Resumo do Livro "A cabana" De Willian P. Young .
Durante uma viagem em um fim de semana, a filha mais nova de Mack Allen Phillips é raptada. Há evidências de que ela foi brutalmente assassinada em uma cabana abandonada.
Após quatro anos vivendo muito triste, causada pela culpa e pela saudade da menina, Mack recebe um bilhete estranho, que teria sido escrito por Deus, convidando-o para voltar à cabana onde aconteceu a tragédia.
-
O pequeno Príncipe
de Antoine de Saint-Exupéry
O narrador recorda-se do seu primeiro desenho de criança, tentativa frustrada de os adultos entender o mundo infantil ou o mundo das pessoas de alma pura. Ele havia desenhado um elefante engolido por uma jibóia, porém os adultos só diziam que era um chapéu. Quando cresceu, testava o grau de lucidez das pessoas, mostrando-lhes o desenho e todas respondiam a mesma coisa. Por causa disto, viveu sem amigos com os quais pudesse realmente conversar. Pelas decepções com os desenhos, escolhera a profissão de Piloto e, em certo dia, houve uma pane em seu avião, vindo a cair no Deserto de Saara. Na primeira noite, ele adormeceu sobre a areia. Ao despertar do dia, uma voz estranha o acordou, pedindo para que ele desenhasse um carneiro. Era um pedacinho de gente, um rapazinho de cabelos dourados, o Pequeno Príncipe. O narrador mostrou-lhe o seu desenho. O Pequeno Príncipe disse-lhe que não queria um elefante engolido por uma jibóia e sim um carneiro. Ele teve dificuldades para desenhá-lo, pois fora desencorajado de desenhar quando era pequeno. Depois de várias tentativas, teve a idéia de desenhá-lo dentro de uma caixa. Para surpresa do narrador, o Pequeno aceitou o desenho. Foi deste modo que o narrador travou conhecimentos com o Pequeno Príncipe. Ele contou-lhe que viera de um planeta, do qual o narrador imaginou ser o asteróide B612, visto pelo telescópio uma única vez, em 1909, por um astrônomo turco. O pequeno Planeta era do tamanho de uma casa. O Pequeno Príncipe contou o drama que ele vivia, em seu Planeta, com o baobá, árvore que cresce muito; por este motivo, ele precisava de um carneiro para comer os baobás enquanto eram pequenos. Através do Pequeno Príncipe, o narrador aprendeu a dar valor às pequenas coisas do dia-a-dia; admirar o pôr-do-sol, apreciar a beleza de uma flor, contemplar as estrelas... Ele acreditava que o pequeno havia viajado, segurando nas penas dos pássaros selvagens, que emigravam. O Príncipe conta-lhe as suas aventuras em vários outros planetas: o primeiro era habitado por apenas um rei; o segundo, por um vaidoso; o terceiro, por um bêbado; o quarto, por um homem de negócios; o quinto, um acendedor de lampião; no sexto, um velho geógrafo que escrevia livros enormes, e, por último, ele visitou o nosso Planeta Terra, onde encontrou uma serpente, que lhe prometeu mandá-lo de volta ao seu planeta, através de uma picada. No oitavo dia da pane, o narrador havia bebido o último gole de água e, por este motivo, caminharam até que encontraram um poço. Este poço era perto do local onde o Pequeno Príncipe teria que voltar ao seu planeta. A partida dele seria no dia seguinte. Falou-lhe, também, que a serpente havia combinado com ele de aparecer na hora exata para picá-lo. O narrador ficou triste, ao saber disto, porque tomara afeição ao Pequeno. O Príncipe lhe disse para que não sofresse, quando constatasse que o corpo dele estivesse inerte, afirmando que devemos saber olhar além das simples aparências. Não havia outra forma de ele viajar, pois o seu corpo, no estado em que se encontrava, era muito pesado. Precisava da picada para que se tornasse mais leve. Chegado o momento do encontro com a serpente, o Pequeno Príncipe não gritou. Aceitou corajosamente o seu destino. Tombou como uma árvore tomba. E assim, voltou para o seu planeta, enfim. O narrador, dias mais tarde, conseguiu se salvar, sentindo-se consolado porque sabia que o Pequeno Príncipe havia voltado para o planeta dele, pois ao raiar do dia seguinte à picada, o corpo do Pequeno não estava mais no local. Hoje, ao olhar as estrelas, o narrador sorri, lembrando-se do seu grande Pequeno amigo.
Obs.:O Pequeno Príncipe, embora pareça um livro escrito para crianças, é uma obra urgentíssima para adultos. Suas palavras possuem conotações mais profundas, que não poderão ser notadas em uma simples leitura. Esta obra pode ser considerada como Fábula, ou se preferir, Parábola.
O narrador recorda-se do seu primeiro desenho de criança, tentativa frustrada de os adultos entender o mundo infantil ou o mundo das pessoas de alma pura. Ele havia desenhado um elefante engolido por uma jibóia, porém os adultos só diziam que era um chapéu. Quando cresceu, testava o grau de lucidez das pessoas, mostrando-lhes o desenho e todas respondiam a mesma coisa. Por causa disto, viveu sem amigos com os quais pudesse realmente conversar. Pelas decepções com os desenhos, escolhera a profissão de Piloto e, em certo dia, houve uma pane em seu avião, vindo a cair no Deserto de Saara. Na primeira noite, ele adormeceu sobre a areia. Ao despertar do dia, uma voz estranha o acordou, pedindo para que ele desenhasse um carneiro. Era um pedacinho de gente, um rapazinho de cabelos dourados, o Pequeno Príncipe. O narrador mostrou-lhe o seu desenho. O Pequeno Príncipe disse-lhe que não queria um elefante engolido por uma jibóia e sim um carneiro. Ele teve dificuldades para desenhá-lo, pois fora desencorajado de desenhar quando era pequeno. Depois de várias tentativas, teve a idéia de desenhá-lo dentro de uma caixa. Para surpresa do narrador, o Pequeno aceitou o desenho. Foi deste modo que o narrador travou conhecimentos com o Pequeno Príncipe. Ele contou-lhe que viera de um planeta, do qual o narrador imaginou ser o asteróide B612, visto pelo telescópio uma única vez, em 1909, por um astrônomo turco. O pequeno Planeta era do tamanho de uma casa. O Pequeno Príncipe contou o drama que ele vivia, em seu Planeta, com o baobá, árvore que cresce muito; por este motivo, ele precisava de um carneiro para comer os baobás enquanto eram pequenos. Através do Pequeno Príncipe, o narrador aprendeu a dar valor às pequenas coisas do dia-a-dia; admirar o pôr-do-sol, apreciar a beleza de uma flor, contemplar as estrelas... Ele acreditava que o pequeno havia viajado, segurando nas penas dos pássaros selvagens, que emigravam. O Príncipe conta-lhe as suas aventuras em vários outros planetas: o primeiro era habitado por apenas um rei; o segundo, por um vaidoso; o terceiro, por um bêbado; o quarto, por um homem de negócios; o quinto, um acendedor de lampião; no sexto, um velho geógrafo que escrevia livros enormes, e, por último, ele visitou o nosso Planeta Terra, onde encontrou uma serpente, que lhe prometeu mandá-lo de volta ao seu planeta, através de uma picada. No oitavo dia da pane, o narrador havia bebido o último gole de água e, por este motivo, caminharam até que encontraram um poço. Este poço era perto do local onde o Pequeno Príncipe teria que voltar ao seu planeta. A partida dele seria no dia seguinte. Falou-lhe, também, que a serpente havia combinado com ele de aparecer na hora exata para picá-lo. O narrador ficou triste, ao saber disto, porque tomara afeição ao Pequeno. O Príncipe lhe disse para que não sofresse, quando constatasse que o corpo dele estivesse inerte, afirmando que devemos saber olhar além das simples aparências. Não havia outra forma de ele viajar, pois o seu corpo, no estado em que se encontrava, era muito pesado. Precisava da picada para que se tornasse mais leve. Chegado o momento do encontro com a serpente, o Pequeno Príncipe não gritou. Aceitou corajosamente o seu destino. Tombou como uma árvore tomba. E assim, voltou para o seu planeta, enfim. O narrador, dias mais tarde, conseguiu se salvar, sentindo-se consolado porque sabia que o Pequeno Príncipe havia voltado para o planeta dele, pois ao raiar do dia seguinte à picada, o corpo do Pequeno não estava mais no local. Hoje, ao olhar as estrelas, o narrador sorri, lembrando-se do seu grande Pequeno amigo.
Obs.:O Pequeno Príncipe, embora pareça um livro escrito para crianças, é uma obra urgentíssima para adultos. Suas palavras possuem conotações mais profundas, que não poderão ser notadas em uma simples leitura. Esta obra pode ser considerada como Fábula, ou se preferir, Parábola.
- Os Miseráveis - Victor Hugo
Um universo sem fim...
Ligia Cademartori
Os Miseráveis, a narrativa que você vai ler agora, foi publicada, pela primeira vez,
na França, em 1862. Transformou-se logo em grande sucesso. Foi traduzida para diversas
línguas. Percorreu o mundo. É uma história com forte cunho social, mas o enredo, em que
um ex-prisioneiro é perseguido sem tréguas por um inspetor fanático, tem elementos de
trama policial.
Jean Valjean, o herói, foi condenado a trabalho forçado por roubar um pão para a
família faminta. Cumpriu pena. Mesmo assim, para fugir de seu perseguidor e se reabilitar,
precisou trocar de identidade. Sob disfarce, tornou-se um grande empresário. Promoveu o
desenvolvimento da cidade, ajudou a todos que precisavam dele.
Mas Javert, o policial, não desistia de lhe seguir os rastros. Vivia no encalço de
Jean Valjean. Criava espertas armadilhas para que a verdadeira identidade do
ex-condenado fosse revelada. São muitos os episódios dessa história e você ficará à
espera do que a página seguinte poderá trazer.
Ao ler este romance clássico de Victor Hugo, adaptado por Walcyr Carrasco, você
vai conhecer muitas personagens: Fantine, vítima da pobreza e da injustiça; Cosette, filha
dela, que Jean Valjean resgata da miséria; Marius, o jovem idealista que se apaixona por
Cosette; os Thénardier, uma horrorosa família de vigaristas, e muitas outras mais. A
sucessão dos acontecimentos e as difíceis circunstâncias vividas pelas personagens
levantam questões sobre lei, justiça e solidariedade.
Acima de tudo, Os Miseráveis mostram como uma pessoa pode se transformar
graças à ação de outra. No caso, a mudança ocorre quando um homem injustiçado recebe
de alguém compreensão e generosidade. História de fugas, trapaças e armadilhas, esta
também é uma história de amor entre jovens. Aqui são relatados interesses e atitudes
muito mesquinhos, mas também grandes gestos de desprendimento e bondade.
Ligia Cademartori
Os Miseráveis, a narrativa que você vai ler agora, foi publicada, pela primeira vez,
na França, em 1862. Transformou-se logo em grande sucesso. Foi traduzida para diversas
línguas. Percorreu o mundo. É uma história com forte cunho social, mas o enredo, em que
um ex-prisioneiro é perseguido sem tréguas por um inspetor fanático, tem elementos de
trama policial.
Jean Valjean, o herói, foi condenado a trabalho forçado por roubar um pão para a
família faminta. Cumpriu pena. Mesmo assim, para fugir de seu perseguidor e se reabilitar,
precisou trocar de identidade. Sob disfarce, tornou-se um grande empresário. Promoveu o
desenvolvimento da cidade, ajudou a todos que precisavam dele.
Mas Javert, o policial, não desistia de lhe seguir os rastros. Vivia no encalço de
Jean Valjean. Criava espertas armadilhas para que a verdadeira identidade do
ex-condenado fosse revelada. São muitos os episódios dessa história e você ficará à
espera do que a página seguinte poderá trazer.
Ao ler este romance clássico de Victor Hugo, adaptado por Walcyr Carrasco, você
vai conhecer muitas personagens: Fantine, vítima da pobreza e da injustiça; Cosette, filha
dela, que Jean Valjean resgata da miséria; Marius, o jovem idealista que se apaixona por
Cosette; os Thénardier, uma horrorosa família de vigaristas, e muitas outras mais. A
sucessão dos acontecimentos e as difíceis circunstâncias vividas pelas personagens
levantam questões sobre lei, justiça e solidariedade.
Acima de tudo, Os Miseráveis mostram como uma pessoa pode se transformar
graças à ação de outra. No caso, a mudança ocorre quando um homem injustiçado recebe
de alguém compreensão e generosidade. História de fugas, trapaças e armadilhas, esta
também é uma história de amor entre jovens. Aqui são relatados interesses e atitudes
muito mesquinhos, mas também grandes gestos de desprendimento e bondade.

